Como criar uma “bolha social” de convivência e evitar a Covid-19

A criação da “bolha social” está entre as estratégias adotadas por muitos países para que as pessoas consigam adaptar o isolamento social e interagir com familiares de forma segura, evitando a Covid-19.

As bolhas sociais oferecem uma oportunidade de driblar o cansaço causando pelas medidas de distanciamento social, a solidão e a falta de contato físico durante a pandemia do coronavírus.

O segredo está na construção desta “bolha social”, que não pode ter incluir muitas pessoas. Além disso, o contato entre elas deve ser exclusivo: as pessoas que são parte da sua “bolha” não podem fazer parte de outra.

A medida foi uma das adotadas pela Nova Zelândia, um dos países citados com exemplo na contenção do avanço da Covid-19.

A criação da “bolha social” é importante especialmente para as crianças, que foram privadas da convivência com os amigos e sentem falta da interação física, das brincadeiras e da comunicação que são tão importantes para o desenvolvimento nesta fase da vida.

Um ponto que deve ser levado em consideração é a criação da bolha entre pessoas que vivem geograficamente próximas e tenham uma estrutura familiar semelhante, especialmente no caso das crianças. Além disso, todos devem cumprir as regras, cooperando e cuidando uns dos outros, evitando ao máximo o contato além deste círculo de convivência.

Se alguém precisar sair, é importante se comprometer a usar máscaras, manter as medidas de higiene adequadas, com uso de álcool gel 70%, lavando as mãos com água e sabão. Todos os integrantes da “bolha social” também deve estar atentos aos sintomas da Covid-19 e tentar evitar beijos e abraços.

Lembre-se também que quem já foi infectado pelo coronavírus não deve abrir mão das medidas de proteção. Saiba mais também sobre os casos de reinfecção da Covid-19 já identificados.

Atividades ao ar livre são uma ótima maneira de se envolver com sua bolha social. Afinal, espaços arejados são mais seguros para contar a contaminação pela Covid-19.