Como falar com quem a gente ama e não se preocupa com a Covid-19?

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A chave é a compaixão direta para falar sobre o coronavírus

A RaiaDrogasil e a Thrive Global formaram uma parceria para ajudá-lo a manter sua saúde e bem-estar durante a pandemia do coronavírus

Publicado originalmente por Jessica Hicks, Editora Assistente na Thrive Global

Manter nossos corpos e mentes saudáveis durante esses momentos de incerteza é vital. Mas também temos uma responsabilidade importante de cuidar de nossos entes queridos. Isso começa ao conversar com eles – quase 60% das pessoas acham difícil discutir o surto do novo coronavírus com seus familiares, de acordo com uma pesquisa da Thrive Global, com 5.000 entrevistados, sobre os pontos problemáticos do coronavírus.

Por mais desafiadora que seja, a comunicação é importante, especialmente com parentes que têm doenças crônicas e adultos mais velhos – pessoas com maior risco de adoecer gravemente com o vírus e que precisam seguir os conselhos mais recentes sobre saúde.

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Quando achamos que esses parentes não estão levando o assunto a sério o suficiente, pode ser tentador falar bem mais alto. Mas é importante evitar pressionar ou convencê-los a mudar seus comportamentos. “Isso deixa a maioria das pessoas com raiva, incompreensão, ou com vontade de defender sua posição com mais veemência, e isso tudo é contraproducente”, disse Joshua Morganstein, presidente do Comitê de Dimensões Psiquiátricas de Desastres da Associação Americana de Psiquiatria em entrevista para a rede CNBC.

Em vez disso, é melhor abordar a questão com quem você ama com empatia e estar disposto a ouvir. Pesquisas constatam que ouvir com empatia é um dos comportamentos mais úteis em momentos de angústia.

Se você está se esforçando para se comunicar com um ente querido que não entende a intensidade do surto de coronavírus ou se é resistente aos conselhos das autoridades responsáveis pelo controle da doença, como o Ministério da Saúde, estes Micropassos podem ajudar.

Seja direto se souber que alguém que você ama está no grupo de risco

Se eles não gostam de tomar cuidados, seja firme – mas tenha compaixão. Diga: “Eu me preocupo com você, e é por isso que estou pedindo que faça essa pequena mudança”. ?EURs vezes, usar um tom de carinho e preocupação, e não de autoridade, é somente uma mudança necessária para tornar suas palavras mais fáceis de ouvir.

Compartilhe os fatos com um parente que possa estar menos informado

Se você suspeitar que um familiar não está acompanhando as notícias – ou pode estar recebendo informações falsas – pergunte sobre o que ouviu e corrija gentilmente quaisquer equívocos. Certifique-se de não usar um tom de: ?EURoeeu te falei!?EUR? ou sabe tudo. Diga: “Eu me preocupo com você e quero garantir que tenha as informações necessárias para se manter seguro”.

Programe uma rotina de contato com seus pais ou familiar

Coloque um lembrete diário no seu telefone celular. Mesmo que uma ligação rápida, ou uma mensagem de texto, isto ajudará a fazer com que eles se sintam mais conectados em um momento de isolamento e dará a você a oportunidade de falar sobre quaisquer preocupações ou compartilhar qualquer informação urgente que possa manter quem você ama mais seguro.

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