Sintomas iniciais da Covid-19: aprenda a identificá-los

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Os sintomas iniciais da Covid-19 podem variar de uma pessoa para outra. Uns sentem a perda de olfato e paladar; outros, dor de cabeça ou um forte cansaço. Entenda o avanço da infecção no seu organismo em cada etapa, conforme o vírus se replica no corpo humano.

O período de incubação é de 1 a 14 dias, segundo a OMS (tempo de incubação é o período entre o primeiro contato com o vírus e o momento em que os sintomas começam a se manifestar). Em geral, os sintomas iniciais costumam aparecer a partir do quinto dia.

Entretanto, há pesquisas que apontam que o maior número de infecções pelo coronavírus ocorre justamente neste período de incubação, em que a pessoa está assintomática ou pré-sintomática. A transmissão da Covid-19 ocorre por meio de gotículas de saliva, espirro, tosse, catarro, toque nas mãos e objetos contaminados, seguido de contato com olhos, nariz e boca.

Quais são os primeiros sintomas da Covid-19?

Até o quinto dia, podem aparecer os primeiros sinais da infecção pelo coronavírus, como o cansaço, as dores musculares, a dor de cabeça, a febre baixa, a dor de garganta, a congestão nasal e a conjuntivite.

Muitas pessoas infectadas pela doença relataram também a perda de olfato e paladar como um dos primeiros sintomas identificados. Outros chegam a desenvolver enjoo e diarreia. Estudos indicam que há seis grupos diferentes de sintomas da Covid-19.

Lembre-se de que os sintomas da Covid-19 são semelhantes aos de uma gripe comum, já que os coronavírus causam infecções respiratórias leves a moderadas, semelhantes a um resfriado, segundo afirma a Fiocruz.

Diante dos primeiros sintomas da Covid-19, o ideal é buscar orientação médica. É possível fazer um atendimento por meio de serviços de telemedicina, evitando sair de casa e sobrecarregando o sistema de saúde (e sem colocar outras pessoas em risco).

A partir do sétimo dia, é possível avaliar a evolução do quadro de cada pessoa. Segundo a Dasa, maior rede de laboratórios do Brasil, em 80% dos casos, há uma melhora dos sintomas.

No entanto, se os sintomas se intensificarem, é preciso ficar atento. Em casos de falta de ar, por exemplo, é aconselhável buscar orientação médica presencial.

Depois dos 10 dias, em casos mais leves, os sintomas começam a desaparecer. Pacientes com quadros moderados e graves só começam a apresentar melhora, em média, depois de 14 dias.

“Nos casos graves, os sintomas passam a ser severos, e muitas vezes afetam mais de 50% do pulmão. Isso pode ocasionar insuficiência respiratória e a necessidade do uso de ventilação mecânica”, explica infectologista Luis Fernando Aranha, do Hospital Albert Einstein.

Diferenças entre gripe, resfriado, alergia e Covid-19